sábado, 5 de setembro de 2009

O FIM DA MAGIA

E aquilo que nesse momento

Se revelará aos povos

Surpreenderá a todos,

não por ser exótico

Mas pelo facto de poder ter sempre estado oculto

Quando terá sido

o Óbvio

"Um Índio", Caetano Veloso

42 comentários:

Anónimo disse...

Domingo, 6 de Setembro de 2009
tvi: a tchetchena e o miguel ganhão pereira

em alguns comentários aqui deixados tem-se falado numa "tchetchena" e no miguel ganhão pereira. posso falar sobre ambos e sobre outros...
a tchetchena é a minha melhor e mais querida amiga a quem chamo "bolchevique" devido ao facto de termos travado conhecimento em lados opostos das barricadas politicas, ela no pcp e eu no psd, isto antes de vermos a luz e de termos arrepiado caminho... mais tarde iria para a antiga união soviética tirar o curso de jornalismo.
curiosamente foi o miguel ganhão pereira e o mário carneiro quem lhe começaram a chamar tchetchena porque a "bolchevique", nos seus acessos de mau génio, gritava que se não a deixassem em paz levavam uma chapada que ficariam com os olhos pregados na tchetchénia, isto porque na redacção do berna tínhamos um mapa gigante que mais tarde em queluz acabaria por ficar mesmo por trás de mim...
falo da melhor repórter da televisão portuguesa, da melhor amiga que alguém pode desejar ter, de uma mulher com um coração do tamanho do mundo sempre disponível para dar, dar e voltar a dar e que se contenta com nada de volta. uma lutadora que nestes anos foi humilhada por gente que não tem sequer capacidade para lhe engraxar os sapatos com que calcorreou o iraque, o afeganistão, a líbia, a síria, o irão, palestina, israel... uma repórter que saltava de um lado para o outro da barricada para escutar os lados em confronto e que não se limitava a ficar nos hoteis confortavelmente instalada limitando-se a fazer vivos com uma duna por trás. correu risco de vida, andava sempre na linha da frente por respeito à profissão, aos seus colegas e à tvi mas cujos "chefes" com a "chefinha" no comando, lhe pagaram com maus tratos e humilhações sem fim.
é assim a "tchetchena" ou a "bolchevique" como lhe chamo ou simplesmente a carmem marques. uma lutadora, uma resistente, uma profissional digna que chegou a ouvir um "chefe" dizer-lhe, aquando do terramoto em marrocos, "vais ficar cá porque para isto é preciso um repórter a sério e não tu". o repórter a sério acho que já nem jornalista é, porque não tinha jeito para a coisa, mas como até é boa pessoa não divulgo aqui o seu nome.
quanto ao miguel ganhão pereira já aqui escrevi e no blog que deu lugar a este também deixei um lamiré em 2005...
a carmen ligou-me de madrugada lavada em lágrimas a dizer que o miguel se tinha suicidado. lembro-me que saí de casa direito a queluz e pelo caminho recordei alguns factos que se tinham passado por esses dias e que o miguel me havia contado: o desprezo com que fora tratado, a mesquinhez com que a ele se dirigiram apenas e só porque passava mais um aniversário sobre o assassinato de sá carneiro e ele, o miguel, era o único jornalista que restava na tvi que fizera parte da equipa de artur albarran que durante meses e meses se dedicara a investigar o atentado.
tinha por isso o miguel muita informação sobre o assunto preparou-se para quando chegasse o dia poder fazer um trabalho sobre isso. como o dia chegou e nada lhe haviam dito abeirou-se que quem decidia e teve como resposta um nojento "quem é que tu pensas que és? achas que te íamos pedir alguma coisa? por amor de deus cresce a aparece, já temos um jornalista a sério que esteve presente no local e tudo quando o avião caiu."
mais palavra menos palavra foi isto que lhe foi dito e o miguel, que já não andava bem, não aguentou e cometeu o acto que todos lamentamos e ainda hoje choramos, ninguém o empurrou e aceito que apesar de grosseiras as palavras ditas ao miguel não eram motivo para ele fazer o que fez, mas foram a gota de água.
quanto ao jornalista a sério, e que nada teve a ver com as palavras dirigidas ao miguel, resta dizer que efectivamente esteve no local da queda do avião, onde gravou um "vivo" junto aos destroços, mas a caminho de outra reportagem, só sabendo quem ia no avião quando regressou à redacção e lhe disseram...

Anónimo disse...

lembro-me que cheguei a queluz pelas 5 ou 6 da manhã e apenas lá estava o segurança, lembro-me que já havia um mail para todos escrito pelo pedro pedroso e que também eu escrevi um, duro, sincero, revoltado... lembro-me que desde esse dia nunca mais olhei nos olhos certa pessoa e que sempre que com ela me cruzava nos corredores me limitava a assobiar para o ar como se estivesse sozinho...
mas houve outros que sofreram nas mãos daquela gente, e digo daquela gente para que não venham agora acusar apenas uma parte porque, tal como na segunda guerra mundial, não foi hitler quem cometeu todos os pecados, por vezes os lacaios para mostrar serviço são algozes bem mais perigosos que os próprios líderes.
procurem saber quantos jornalistas da tvi estiveram de baixa porque não aguentavam mais os maus tratos, quantos tomaram ansiolíticos para os ajudar a aturar o inferno?

Anónimo disse...

apanhada na curva

a ditosa senhora foi apanhada na curva... sempre o mesmo estilo arrogante e o mesmo veneno a atacar tudo e todos, teve azar e mordeu a língua...

Anónimo disse...

tvi: o plenário "selvagem"

depois do plenário "espontâneo" de ontem, voltou a redacção da tvi a reunir-se só que desta vez o plenário foi considerado "selvagem" por alguma imprensa.
ontem apelou-se ao apoio à esposa do antigo director-geral, por isso foi "espontâneo", hoje questionava-se a sua decisão de escolher uma jornalista, com futuro, mas ainda inexperiente, patrícia matos, para a substituir no jornal nacional de sexta-feira.
os "espontâneos" de ontem foram "selvagens" hoje porque questionaram o facto de se estar a lançar "às feras" uma jovem jornalista, que teria que defender uma causa que não era a sua, que estava apreensiva por não lhe terem permitido alterar "pivots" escritos pela ex-apresentadora do jornal com o auxílio de alguém cujo passatempo é agredir as colegas, mulheres, que lhe ousam fazer frente.
no plenário a "selvagem" paula magalhães questionou a futura ex apresentadora do jornal das sextas-feiras da tvi, e teve como resposta o tradicional veneno "és uma ressabiada, querias era ser tu a apresentar".
tendo ouvido como resposta um rotundo e firme: "nunca aceitaria apresentar este jornal", a esposa do ex director-geral da estação, voltou à carga e ameaçou "se eu te mandar apresentas e apresentas mesmo".
obviamente que não mandou até porque a resposta que ouviu "mas quem é que tu pensas que és", fez com que o ambiente começasse a ficar pesado para alguém que ainda teve que ouvir da editora de política, constança cunha e sá, um comentário que a deixaria à beira de um ataque de nervos: "tens que perder a mania que a redacção gira à tua volta".
acompanhada por mário moura e antónio prata, a antiga cançonetista, retirou-se para o seu gabinete talvez para preparar a aparição na, também ela, "espontânea" vigília em formato "procissão das velas" programada para o portão da tvi.
no plenário "selvagem" ficou então, sozinho, o director de informação demissionário joão maia abreu.
voltando à saída estratégica do plenário "selvagem" por parte da ex apresentadora do jornal de sexta-feira, foi curioso e por certo, pelo menos para ela, doloroso chegar à rua e ver que afinal na "espontânea" vigília estavam apenas duas dezenas de jornalistas de jornais, revistas e televisões e 3 pessoas "anónimas" sendo que pelo menos uma delas era a mulher de um jornalista que faz parte do "núcleo duro", mas a quem reconheço capacidade profissional ao contrário de outros...
curioso é que ainda não vi em lugar algum as declarações proferidas no local: "gostava de falar mas não o vou poder fazer porque tenho contracto com a tvi e não posso correr o risco de ser despedida porque não tenho ninguém para me sustentar".
mais curioso ainda foi verificar que alguns dos maiores activistas do plenário "espontâneo" de ontem não estiveram hoje presentes a dar continuação ao "apoio incondicional" e dos poucos que deram a cara hoje houve quem desse o dito por não dito e tivesse deixado escapar um sintomático "tu é que tinhas razão, ela ontem só nos quis usar"... para variar, digo eu.

Anónimo disse...

a demissão da ditosa senhora

nunca escondi o meu desprezo pela figura que hoje pediu a demissão do cargo que ocupava na tvi. contudo, tal como referi quando o seu marido saiu de queluz e por ele sim tenho a maior das considerações e respeito, a minha felicidade não passa pela infelicidade dos outros se bem que tão ditosa senhora não mereça grandes preocupações.
aquilo que me deixa estarrecido é o facto de agora ver antigas colegas minhas a chorar piamente com pena da ditosa senhora.
colegas que chegaram a estar longos meses de baixa psiquiátrica por causa de tão desbocada e pouco educada mas porém ditosa senhora, por causa das ofensas injuriosas que despudoradamente tão distinta e ditosa senhora teimava em fazer com epítetos dignos da linguagem jaez utilizada nas sarjetas da vida...
de filhos de "mal afamadas senhoras" a incompetentes, "seres vivos mas desprovidos de capacidades humanas" e outras pérolas do melhor, de tudo alguns colegas meus da tvi foram apelidados... é triste ver agora ao que chega o servilismo ou então constatar que afinal as baixas psiquiátricas tinham razão de ser...

Anónimo disse...

tvi: por trás de uma demissão

a tempestade continua a assolar queluz de baixo depois de conhecido o afastamento, em formato demissão, da direcção de informação da tvi.
convém analisar, tanto quanto possível cronologicamente, os factos que levaram a esta ruptura.
quem tem a paciência de me ler, primeiro no eu vou mas volto de junho de 2003 a setembro de 2008 e desde aí aqui no café da esquina, sempre pôde acompanhar mais ou menos por dentro tudo o que se passava na redacção da tvi e sempre com factos verdadeiros.
esta era uma situação que há muito se adivinhava e desejava, até por alguns dos que hoje têm gritado aos 4 ventos que a liberdade de imprensa foi violada em queluz.
nunca se tratou de liberdade de imprensa mas sim de luta pelo poder e principalmente por falta de tacto e sensibilidade para o usar, como sempre foi apanágio da esposa do até pouco tempo director geral da tvi.
desde os tempos em que miguel paes do amaral era o dono da tvi que se falava e desenhava a saída do casal e de mais 3 ou 4 amigos que dominavam a redacção e não só.
por esses tempos chegaram mesmo a ser convidados jornalistas para integrarem a nova estrutura responsável pela direcção de informação da tvi.
numa sexta-feira todos estavam de prevenção para a eventualidade de na segunda-feira seguinte já terem que assegurar a edição do jornal nacional porque na manhã desse dia haveria uma reunião onde os poderes iriam ser divididos e a esposa do até aí director geral seria liminarmente despedida.

Anónimo disse...

sorte de uns azar de outros, nesse fim de semana uma queda a cavalo impediu a reunião e com ela tudo voltou à estaca zero.
desde aí a pressão foi-se acentuando havendo contudo, um factor que sempre inibiu o afastamento ou pelo menos a separação do casal: a elevada indemnização que haveria a pagar.
durante todo este período foram muitas as figuras ligadas ao poder vigente em queluz que, por baixo dos panos e de norte a sul, passaram pelos gabinetes das diversas administrações oferecendo-se para ajudar a tirar o tapete ao casal desde que os seus lugares em queluz viessem a ser reforçados, na época ou talvez agora...
toda esta campanha para afastar o casal do poder era orquestrada de dentro para fora mas apoiada por alguns próximos do casal que mantinham os canais de informação abertos.
entretanto a redacção ia ficando cada vez mais enfraquecida já que a forma como alguns eram ostracizados e tratados pelo casal e os seus homens e mulheres de mão, serviam de exemplo a todos os outros e aos poucos a letargia tomou conta de quase todos.
as reuniões na redacção foram proibidas e as eleições para o conselho de redacção evitadas, muitos dos que foram nomeados para lugares de chefia não o eram pela sua competência profissional mas sim pelos favores a que se prestavam, ajudando a minar o caminho a outros mais competentes mas nada dispostos a serem tratados como "carneiros".
poucos são aqueles que conseguiram manter a espinha direita e os seus cargos...
aos poucos criou-se uma nova espécie de jornalistas na redacção de queluz: o "jet-set" que saia nas revistas e nos jornais a sublimar os donos e são precisamente esses que agora mais sofrem com a situação.
esta tarde já se realizou aquilo que foi apelidado de "plenário espontâneo" curiosamente realizado na redacção e não no refeitório, esta tarde já se falou na eleição de um conselho de redacção. agora já dá jeito haver plenários, agora já dá jeito haver conselho de redacção, ao que chega a hipocrisia.
em pouco mais de uma hora realizou-se o plenário e com a ajuda de um advogado da tvi lá foi feito um abaixo-assinado e mesmo esse não foi rubricado por todos e por certo nem todos se revêm nesse documento que só deve ter sido entregue na reunião com a administração por "colaboracionistas" ...
resta agora saber se na futura estrutura directiva, que será sempre uma estrutura a prazo, irão estar alguns daqueles que se sentaram nos gabinetes das várias administrações a oferecem os seus préstimos para minar o caminho do casal, mas que pela sua frente sempre juraram obediência e fidelidade eterna, sim por gente desta apenas consegue ser fiel e nunca leal.

Anónimo disse...

O CARLOS SÒ TU E QUE NÂI VEZ ESTA MERDA ABRE OS OLHOS TAPADINHO.

Anónimo disse...

Não tenho qualquer simpatia pelo autor deste blog: Acho até que é um pequeno erro de casting em termos de jornalismo televisivo. Mas acho uma canalhada esta saraivada de comentários colocados no post. A redacção da TVI é uma merda! E é uma merda porque só vejo gente de "coragem" quando sentiram a fraqueza da MMG. Queria ver esse cagança toda há dois meses, ou há um ano... Não! Só agora! Foi cometido um atropelo grave à liberdade de informar e só estão preocupados em consumar sanhas persecutórias. A MMG é uma pessoa de coragem. Batam nos vermes como o Mário Moura, o Prata ou outros do mesmo calibre. Os Pedros Carvalhas, o João Maia Fantoche... mas não batam em quem nunca tiveram coragem de enfrentar.

Anónimo disse...

Aleluia que a moura moniz ficou sem fala. mas cuidado,o veneno ainda anda aí.

Força MMG disse...

À equipa da Manela deixo um apelo: Se enfrentaram o poder a sério, e os interesses instalados... não tenham medo de enfrentar os cobardes e os pobres de espírito que agora estão a sair da toca! Cobardes que nunca tiverem coragem para enfrentar a MMG ao longo destes anos e que agora, movidos por interesses mesquinhos, vêm para os jornais pôr a nu a sua falta de dignidade.

Estão na prateleira há 11 anos? Que falta de dignidade! É preciso não ter vergonha... estar numa prateleira há 11 anos e não ter a dignidade para se despedir. Como é que alguém aguenta saber que não lhe é reconhecida competência profissional e não vira as costas? Isto diz muito sobre as pessoas que hoje acham que podem fazer o tempo voltar atrás.

Perderam os melhores anos das vidas por causa da MMG? Coitados. Mais uma vez, pobres de espírito... não foram capazes de virar costas e correr atrás da sua felicidade. Que gente esta. Não não pessoas, são ratos (do esgoto).

Força à equipa da Manela!
Sem vocês o jornalismo ficou mais pobre e a liberdade ferida de morte!

Um abraço sentido de um grupo de telespectadores!

Ricardo Fonseca, Sandra Almeida e Maria Olim,

carlos disse...

vi poucas vezes esse jornal da sexta feira, e confesso que depois de viver mais de 20 anos no estrangeiro nunca tinha visto nada igual. qualquer comentário ou afirmação de qualquer pessoa, desde que fosse para atacar alguem ligado ao partido socialista tinha direito a noticia em rodapé. quando quero ver as noticias, e faço isso todos os dias, espero o seguinte, que quem apresenta tenha tido o cuidado de falar verdade, não passar para mim o comentário o final, eu sou capaz de julgar a noticia em causa segundo o meu critério, quero que haja verdade, isenção, respeito, não quero ser manipulado por nenhuma apresentadora. quem apresenta um telejornal deve ser como um arbitro de futebol, ser isento, a função dele é zelar e não participar activamente no resultado final . fico curioso se haverá algum canal televisivo que vá oferecer trabalho a uma pessoa que tem aquelas condições profissionais...mesmo que por acaso o cds ganhe as eleições!

Carlos Enes disse...

Cambadas de anónimos, anónimas ou anêmonas:

Podia, com um clique, apagar-vos daqui.

Mas não o vou fazer: sabem porquê?

A vossa cobardia, ainda mais do que os disparates que vomitam em mau português, é a minha melhor arma de defesa.

Contra a vossa pretensa injúria.

Contra a vossa mediocridade.

Contra a vossa imensa frustração.

Vou deixar-vos aqui e ouvir música.

CE

carlos pereira disse...

bem....tens razão sobre o mau português, de facto não sou um especialista na matéria, mas de qualquer forma se pretendes que ninguem diga nada podes escrever, imprimir, e guardar em casa numa pastinha.....sobre covardia isso não me atinge, chamo-me carlos pereira, o meu nº de telefone é 963450756, moro perto de lisboa e se quiser estar frente a frente comigo, eu olhos nos olhos, vou-lhe provar que vc não é mais que aqueles que aqui comentam aquilo que o sr escreve....

Carlos Enes disse...

Caro Carlos Pereira:

Gostei mesmo de o ler e terei o maior gosto em tomar um café consigo.

Vai ver, no seu telemóvel, uma chamada não atendida a esta hora: é minha.

Basta um sms e combinamos.

Aceite um abraço

CE

Anónimo disse...

Carlos Enes disse...
Cambadas de anónimos, anónimas ou anêmonas:

Podia, com um clique, apagar-vos daqui.

Mas não o vou fazer: sabem porquê?

A vossa cobardia, ainda mais do que os disparates que vomitam em mau português, é a minha melhor arma de defesa.

Contra a vossa pretensa injúria.

Contra a vossa mediocridade.

Contra a vossa imensa frustração.

Vou deixar-vos aqui e ouvir música.

CE

Aprendes te essa educação com a tua chefe dou te um conselho ve se consegues ser mais humilde e sincero tem cuidado que mercado de trabalho está mau muito mau mesmo e tu esqueces te de um pormenor importante e que é com esta cambada de anónimos que tu fazes jornalismo ou não e outra coisa tu e tua cambada que queria entalar o PM de corrupção, como é que voçes conseguiam fazer esse jornalismo de investigação não dizes.
Tanbem não há jornalistas corruptos e paneleiros queres nomes olha vou te dar só um conselho fecha o bloge.

Anónimo disse...

Carlos Enes disse...
Cambadas de anónimos, anónimas ou anêmonas:

Podia, com um clique, apagar-vos daqui.

Mas não o vou fazer: sabem porquê?

A vossa cobardia, ainda mais do que os disparates que vomitam em mau português, é a minha melhor arma de defesa.

Contra a vossa pretensa injúria.

Contra a vossa mediocridade.

Contra a vossa imensa frustração.

Vou deixar-vos aqui e ouvir música.

CE

Aprendes te essa educação com a tua chefe dou te um conselho ve se consegues ser mais humilde e sincero tem cuidado que mercado de trabalho está mau muito mau mesmo e tu esqueces te de um pormenor importante e que é com esta cambada de anónimos que tu fazes jornalismo ou não e outra coisa tu e tua cambada que queria entalar o PM de corrupção, como é que voçes conseguiam fazer esse jornalismo de investigação não dizes.
Tanbem não há jornalistas corruptos e paneleiros queres nomes olha vou te dar só um conselho fecha o bloge.

Anónimo disse...

VISTO DE FORA,
isto parece isto:

desconheço a razão de uns e a falta dela nos outros. Por isso, resta-me contornar as matérias inorgânicas que moldam as relações das pessoas em situações destas para olhar para aquilo que, mais sólido, permite concluir coisa pouca que seja.

1 - É possível, neste quadro, que este "não gosto de ti" ou "já não gosto de ti" tenham razões nos mesmos esconsos buracos de onde saiu a "razão" para acabar com o jornal da MMG. Os aliciamentos por parte do poder político, seja por cafés tomados nas esquinas ou através da tal agência de comunicação?? Pode não ser, mas parece!

2 - É certo que o povo que vê ou via o jornal da MMG não pode ser todo o mesmo que, de beiços besuntados, acachopa assolapados bêjos na cara do Paulo Portas pelas feiras da vida. Logo, se o jornal da MMG era(é) líder de audiências, caramba, então nem tudo pode ser mauzinho como querem fazer parecer uns quantos.

3 - Acabaram agora com ele, então parece mesmo que é de política que se trata.

4 - Se eu fosse o Sócrates e tivesse n mão o poder de acabar com este jornal, fa-lo-ia. Porque seria fácil vir, depois, dizer que só se fosse palerma é que faria uma coisa dessas numa altura destas. Porque entre perdas e ganhos, ficaria a ganhar não ter que levar com aquela "coisa" em cima nas sextas-feiras que faltam até 9 de Outubro. Porque, com isto, da qual me safarei(atenção a alteridade) escondo o que é, de facto, importante: o day after às eleições e a guerra que se vai travar para a sucessão dentro do PS, a manutenção do poder numa diferente correlação de forças e o que isso significa no jogo duro que se aviziznha no campo do freeport.

5 - Em breve teremos a prova que falta para se saber se o fim do jornal da MMG foi ou não uma decisão com mão do PS... o nome do novo director e equipa respectiva!

Rita
(sou mesmo Rita e anónima porque sim...)

Anónimo disse...

Arre! Todos os dias, o ser humano me surpreende com as suas atitudes e os seus comportamentos. Lamento dizê-lo mas, os actos praticados a coberto de uma mísera cobardia, não merecem mais que o desprezo daqueles que assistem ao seu desenrolar.

Não conheço a Moura Guedes, nem tenho por ela um paixão platónica que me leve a tornar-me seu defensor oficioso sem que para tal esteja mandatado.

Via de tempos a tempos o jornal apresentado pela Moura Guedes, umas vezes gostava, outras nem por isso. Mas havia algo que me fazia sentir bem, a coragem que a jornalista tinha em afrontar os senhores do poder, em dizer o que lhe ia na alma, em mexer com factos melindrosos e explosivos, que a maioria dos jornalistas e dos seus chefes não tinham, nem têm, coragem para apresentar e comentar.

O jornalismo de investigação feito pela TVI, merecia da minha parte os maiores elogios, contrariamente ao das outras estações de televisão que mais não fazem do que irem junto do poder e da lusa, solicitar humildemente que lhe dêem as notícias para apresentarem no seu serviço noticioso, igualzinho em todas em elas, para não variar (tal como nas ex-repúblicas socialistas).

É com pena e mágoa profunda que vejo neste blogue, que acabo de descobrir, as ratazanas de prateleira atacarem colegas de profissão, a coberto do anonimato. Mas, mesmo que agora se identifiquem, esse acto não tem qualquer valor, já que a coragem devia ter sido demonstrada há uns tempos atrás, no caso de terem queixas que queriam apresentar.

O mal do jornalismo actual prende-se com o facto do mesmo ser fruto do inócuo curso de jornalismo, tirado na escola superior da minhoca, e que não se cansa de pôr cá fora gajos e gajas com um canudo, mas sem a coragem que caracterizava os velhos jornalistas, os quais, na maioria dos casos, nem licenciatura possuíam.

Força, Manuela Moura Guedes, não desanime, as ratazanas que saíram agora do buraco da prateleira, em breve voltarão para as depressões e para a sua pobre toca!

Asa Negra

Anónimo disse...

Espectáculos gosto de frequentar, e muito. Mesmo quando são tristes. Mesmo quando são péssimo e mau teatro, servidos por actores decadentes e inautênticos e por um guião desajeitado, que nunca ninguém sabe quem escreveu. Mas nunca confundi os espectáculos com o jornalismo. E muito menos a troco de pão seco. Bom proveito a todos.

Diana disse...

Daqui, deste canto do mundo, de onde vos escrevo, chamamos a essa mulher a boneca insuflável.

Anónimo disse...

"11 anos, 11 segundos". Visto de fora, observo que não se dão conta que jogam o conhecido jogo do "Galo". Por entre circulos e cruzes não se apercebem que a lógica é um empate (!?) sem vencedores, em que o unico factor variável é o Tempo. Que se perde; que se gasta; que se consome. De fora observo que são "11 segundos" que bastam para desagregar. Tudo. Qual poder autocrático, o que leva Tempo a construir, destroi-se em segundos.

Lembrem-se do "War Games". Bem vindos ao "Iraque".

Saudações.

para mim disse...

Desculpem lá, mas querem mesmo jornalismo de investigação? Isso vai ser um bocado difícil, pois nenhuma reportagem estaria completa se não publicasse estes "contos proibidos":

Em Dezembro de 1981, um ano após Camarate, Juan Luiz Cebrián, actual dono da TVI, assinou o prefácio da biografia oficial do então primeiro-ministro de Portugal e agora dono da SIC, Pinto Balsemão. E disse então o espanhol que a amizade entre ambos remontava a 1968 e que sempre sobrevivera à passagem do tempo e distância. Ainda hoje sobrevive, tanto mais que são ambos figuras destacadas do Clube Bilderberg (o tal onde os grandes empresários "entrevistam" os políticos mais convenientes aos seus interesses particulares e depois, com o seu dinheiro e meios de Comunicação Social, manipularão a Opinião Pública através de tácticas informativas bem conhecidas de modo a levar alguns a serem eleitos e outros não...). José Sócrates também esteve numa reunião desse grupo (ver livro da Eduarda Maio: "O Menino de Ouro do PS"), mas o caso Freeport é incómodo. Tudo indica que, agora, Manuela Ferreira Leite, que esteve no encontro do Grupo Bilderberg deste ano (ver entrevista no "Público" a 16 de Maio - http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1381038 ), seja a "escolhida" para ser a eleita. E os Órgãos de Comunicação Social de Cebrán e Balsemão vão manipular a Informação para conseguirem isso... E, já agora, com uma ajuda do casal Moniz, que assim repete a "graçola" de 2004, iniciada com Marcelo Rebelo de Sousa. Só que desta vez contra Sócrates. Ah, é verdade, Moniz, quando era director da RTP, foi também a uma reunião do Grupo Bilderberg, a convite de Balsemão. Foi em 1987, cinco anos antes da abertura da SIC...

Anes, quando quiseres tomar um café, trás sais de frutas... Abraço

para mim disse...

tráz... ;)

Anónimo disse...

Boa tarde caro Carlos, meu nome é João Bernardo e como o que conto é verdade e não me metem medo aqui estou, queres o meu contacto telefónico também? Só para dizer a que vê e lê as vossas tretas que vocês são os maiores ***** que Deus à terra mandou, mas é que cá que se paga e ainda hão-de ter uma vida mais miserável. Deus não dorme e não se esqueças que quem faz magia negra, bruxedos e afins são so homens mais o poder divino é imparável e já desceu sobre vós.

Cristina disse...

20 comentários... Foi quantos li!

Impressionante esta falta de coragem, de "tintins" no sítio, seja lá onde o sítio fôr... é covardia, não é?? Ou, para ser mais simpática... é falta de coragem, não é?? Ou ainda... medo?? Será medo?? Se o é... é grave haver jornalistas medrosos (ups...ía eu escrevendo merdosos), deixa-os... sei lá... desprovidos de credibilidade, honestidade, imparcialidade e outros tantos valores que dignificam (ou deveriam) a vossa profissão.

Em 20 comentários, 1 é assinado por 3 pessoas, o outro é pela Rita filha de pai incógnito, e Ritas há muitas... como os chapéus!

E lá vão escrevendo e censurando... Dos que só agora saltam das prateleiras, daqueles que apoiam o casal... e nomes, quem opina o quê?

Pessoalmente gosto do estilo assertivo da "Manela" enquanto jornalista. Quero lá saber se arregala os olhos, se sorri, se tem franja ou se está cada vez mais parecida com o seu boneco no contra-informação. Considero necessário um jornal com peças de jornalismo de investigação credíveis, seja ele na sexta, na quinta, ou na terça-feira, a bem da democracia e dos valores que foram conquistados em Abril de 1974 (não vá alguém pensar que é de outro ano qualquer). Quem não gostar, come só as batatas. Felizmente ainda tenho descernimento para retirar as conclusões que entender.

Da "Manela", enquanto cidadã comum, é-me indiferente!

Assinando: Cristina Salvado Quintela e Costa

Jeronimo disse...

Força Carlos

O jornalismo de investigação assusta muita gente num País de corruptos, é dificil "remar contra a maré", mas a verdade virá sempre ao de cimo.
Esses anónimos todos só refilaram após a saída da MMG porque até aí "Borravam-se só de a ouvir", são os valentes do nosso País.
Haverá sempre lugar para todos vocês que lutam contra o poder instalado.

Pedro disse...

Qual Jornalismo de investigação? Isso não é, nunca foi e nunca será jornalismo.

Como mero espectador, mas atento, espero ardentemente que os jornais da TVI dignifiquem essa profissão e a maioria dos seus bons profissionais. Esta escumalha que se acha de inatingível, Carlos Enes incluído, envergonha uma classe, que felizmente para todos nós tem muitos e bons exemplos.

Desde Guimarães, Pedro Cunha

pertinaz disse...

Não sou jornalista...
Não sou defensor do Pinóquio...
Não sou defensor da MMG...
Mas uma coisa não posso deixar de constatar: grande parte dos comentadores aqui presentes destilam ódio!
Pior ainda: é assustadora a falta de respeito que denotam uns pelos outros e a forma como se ameaçam!
Percebo agora melhor como nazis e estalinistas levaram a cabo purgas tão sangrentas ao mínimo sinal dos seus líderes - já lá vão 60 anos!.

Acredito nas virtudes da democracia e a principal delas é que todos temos direito à liberdade de expressão.

Por muito que não se goste da TVI, do Jornal Nacional ou da MMG: quem tem o direito de silenciar seja quem fôr - cidadão, jornalista ou político?

A memória é curta, principalmente quando estamos na mó-de-cima...

É o primeiro passo para se darem mal...

Viva a democracia!

Karocha disse...

Para mim

Também posso ir?
Levo os sais... ;-)

Rock Santeiro disse...

Bem, tenham calma. As coisas compõem-se sem se extremar posições. A vida é assim mesmo. Seja como for (para uns e para outros), a MMG vai ficar bem na vida. Quem chefia tem que se habituar a subir e descer. E as chefias não são uma profissão, são um cargo atribuído por confiança editorial. Quando não há, desce-se. E trabalha-se normalmente.

Quanto aos cafés prometidos entre vocês: tenham todos juízo! Não estamos no tempo dos duelos do século XVIII. E já agora, é "traz", de trazer, com z e sem acento. Muito bem se escreve para aí... Por mim, estagiavam todos no rodapé dos telejornais. De chefes e editores a redactores e locutores. :):):) Abraços e boa sorte para a TVI.

Cidália disse...

Amigo Carlos Enes,

Grande prova de tolerância e aceitação esta de permitires no teu espaço todos estes corajosos (o anonimato é só por questões práticas)que por aqui passam a espumar ódio!

Sobre eles (os corajosos) já ganhaste em humanidade.

Mas sim, tens razão, porque coitados tanto ódio acumulado só pode resultar da sua (deles, os corajosos) incapacidade para resolver os seus próprios problemas.
Tem paciência!
Bjnh e fica bem!

Anónimo disse...

Mas, e o sushi, onde está o sushi?? - atirou o líder como se esse fosse um desígnio nacional.

não sei, não sei do seu sushi, dr. Portas? - respondeu o servil funcionário, sem saber muito bem onde colocar as mãos.

Mau mau, Maria, eu quero o meu sushi...! - repetiu o líder Portas.

prontos, dr Paulo Portas, vamos já tratar de lhe apresentar um belo sushi, para o qual pode convidar a sua amiga Raquel(a Alexandra do momento) e fazer bom proveito... - disse o funcionário cabisbaixo.

Nem bom nem mau, eu quero é o meu sushi aqui, já e agora. Que a salada de agriões do jantar ainda dista para lá de meia pastelaria de Cesariny e isso não pode justificar tudo. Eu quero o meu sushi já, bolas! - Líder Portas, franzindo o sobrolho.

Mas, dr Portas, já lhe disse que o seu sushi está a caminho, o seu e o da sua amiga Raquel...por falar nisso, já lhje mostrou o seu céu lá de casa, fotografado brilhantemente por si, numa noite destas?? Olhe que a Raquel ia gostar. - agora sorrindo, disse o servil.

Pois, pois, tratamos disso depois... eu agora quero é o meu sushi, bolas!.

(Raquel intromete-se sorridente mas convicta) - Mas eu nem gosto de sushi!!!

Não faz mal, o que importa é que se saiba que eu gosto de coisas que nas feiras não sabem o que é... é que o povo da lavoura só respeita quem conhece o que eles não conhecem para que pensem que me podem ensinar alguma coisa do seu mundinho... é a psicologia do povo que eu domino muito bem... mas onde está o meu sushi!!?? Bolas... - disse o dr. com ar entediado.

Duas horas depois, a Raquel, ainda sem ver o sushi, vira-se parta o lider Portas, aos berros: Mas é um cão falante!!! A fome comanda o mundo!! Quero um sorvete, eu quero um sorvete, please!!

Chinesice: ou muito me engao ou esta gente não caga há muito tempo!
Rita

Anónimo disse...

Brilhante, Rita. Gostei da prosa, mas, se a menina em vez do sushi preferir uma posta à mirandesa, fale comigo.

Da menina, atentamente,

Asa Negra

Anónimo disse...

Boa tarde estão recordados quando o José Rodrigues dos Santos levantou a questão da pressão politica na comunicação soçial que ate levou um processo disciplinar em cima na altura se ouve se gente com eles no sitio e se tivessem juntado ao orelhas provavelmente as coisas teriam outro rumo, e tanbem neste caso com a MMG não acredito que o PM tenha posto a mão mas talves sirva para voçes se unirem nas alturas certas para depois não se fazerem de coitadinhos digo voçes porque felizmente não sou jornalista,mas noto uma classe muito desorganizada e como os politicos cada um a pensar tanbem no seu tacho agora temos que perceber uma coisa a MMG a utilizar um cargo que tem como dever informar Nunca poderá ser utilizado para confrontos ou batalhas pessoais muitos vem como uma heroina que não tem medo de falar outros vem como uma pessoa que tinha as costas quentes "sabe se lá porque" e valia se disso obvio com a saida do marido ficou desprotegida só ela é que não via isso a MMG julga que os portugueses só eram informados a sexta feira e o resto da semana andavam a brincar ao jornalismo.

Anónimo disse...

http://www.youtube.com/watch?v=oBRFURLT69U

Anónimo disse...

Classe desorganizada porque mamam tanto como os politicos

Anónimo disse...

Já dizia o autarca... " Quem está no poder come quem nao está cheira!!! " -
Vc sao todos iguais...Uma classe de incompetentes, bichonas e galdérias!!! MMG vales ZERO
http://www.youtube.com/watch?v=ogRd9zy8xMI

Francisco Castelo Branco disse...

Nao confio nem em Socrates nem em Ferreira Leite

É o mais do mesmo.
Portugal precisa de politicas e politicos diferentes

Ana Cristina Leonardo disse...

mas quando é que houve magia?

Carlos Enes disse...

Ana Cristina,

Neste "post" não pretendi nunca referir-me ao fim do JORNAL NACIONAL de 6ª, assunto sobre o qual não falo publicamente.

Como indiciado pelo excerto de uma canção de Caetano, quis expressar a minha premonição quanto a um acontecimento de outra natureza; e o meu sentimento de que deixou de funcionar, na sociedade portuguesa, um certo estado de ilusionismo comunicacional.

No JN6ª, produto jornalístico, não havia "magia" nenhuma e qualquer associação a esse conceito seria absurda. Estou de acordo com a incredulidade que adivinho na sua pergunta e por isso lhe deixo estas linhas.

CE

Rui Vasco Neto disse...

Carlos, caríssimo,
faz-me confusão isto que aqui leio, confesso. Ou não. Às tantas já penso que isto até tem lógica e eu é que sou tonho, tudo é possível, vejamos. Vou às marinas e vejo aquelas lojas com acessórios lindíssimos, o bric-a-brac naval que faz de qualquer empreiteiro horrendo um marujo todo fashion, do sapato ao boné de comandante, prontinho para a foto de capa da Nautilus. Mas depois à menor tempestade é vê-los a vomitar a bombordo e adornar a barcaça a estibordo na última da longa lista de cenas tristes que o processo comporta, pelo que cá para mim só é marinheiro a sério quem se aguenta ao balanço de ondas traiçoeiras sem trair, nem que expectativas, digo eu. Pois que passe a comparação mas esta marujada que juntou escrita aqui no teu convés revela-se fraquita, quer-me parecer, mais pessoal da resmunguice na cantina e navalhada nas costas que outra coisa, para ser franco, muita farronca e pouco siso, se é que me faço entender. E porque tudo isto se passa nos teus Fragmentos e nas minhas barbas, é da mais elementar justiça reconhecer e salvaguardar a diferença da tua postura, felizmente sem comparação, em todo este assunto que afinal te toca a ti também, te fere em casa e em cheio para imenso gáudio da turba de opinião medíocre (com excepções pontuais que dispensam a nomeação) que é decerto descendente directa dos apedrejadores bíblicos e como esses ávida de carne sempre fresca para a matança. Muito do que aqui leio são uivos de corno, parecidos com a dor do dito mas assim em mau, em pior, a notar-se mais a baixaria da coisa. É onde se me faz a tal confusão de que te falava lá atrás, onde sou atacado por uma imensa tristeza pelo que transparece para lá deste destilar purulento de mau português, como bem fizeste notar, puro ressabianço mal escrito e particularmente constrangedor no que toca à presunção da autoria de alguns desses comentários, convirás, numa avaliação estritamente pessoal.
Puxando pelos meus galões de reconhecido canalha, para além de jornalista, faço notar que existe um limite para o mau gosto e outro para a estupidez, os dois ultrapassados em muito e entre muitos outros limites que aqui se ultrapassaram nestes comentários ao fazer passar por argumentos, numa discussão pretensamente séria, insultos gratuitos e bitaites de taberna à mistura com conceitos sagrados como a liberdade de informação ou qualquer outro direito fundamental dos cidadãos deste país. Fazê-lo em nome de uma suposta coragem, então, seria mesmo do mais hilariante que eu já vi se não fosse tão triste, tristemente humano.

Carlos, caríssimo,
vai longa a arenga, fecho o bico e saio às arrecuas, agora. Afinal já basta de escandaleira e parvoíce, não?