quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A CIMEIRA





4 comentários:

Vera Y. Silva disse...

Bach e Mozart são muito melhores.

Carlos Enes disse...

Sim, Vera, tal como o Taj Mahal é melhor do que o Andy Warhol, não é assim? Raúl Seixas, ainda por cima, desafina.
Ainda assim, "Metamorfose Ambulante" é para mim uma sinfonia; como o "FMI", de José Mário Branco, ou aquela apresentação ao vivo de "É proibido proibir", do Caetano (procure mais para baixo na lapela do blogue); ou ainda "A morte do palhaço", de Raúl Brandão ou a "Saudação a Walt Whitman", de Álvaro de Campos.
Como poderá verificar, oiço e penso entre as margens da incultura e da anarquia.
Obrigado pelo seu comentário, que me permite explicar uma aparição tão estranha como a do desafinado Raúl Seixas, que de parecido só terá tido o Variações.
Nada contra Bach, ou Mozart, que oiço e quero ouvir mais, nem contra si, que gostaria de voltar a ler por aqui.

Carlos Enes disse...

Aliás, o meu impulso foi esse: desafinar, denunciado no título "Cimeira".

Ainda hoje vi um debate no Parlamento que me deu uma febre parecida, mas acho que já chega de vídeos "musicais".

Anónimo disse...

"Há dois anos que não uso o sobretudo. Só pode ser o aquecimento global!" Miguel Sousa Tavares na TVI. E lá teve que usá-lo outra vez...